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Por Gabriel Costa Resende
A Maldição da Múmia (no original, Lee Cronin’s The Mummy) faz pensar em um dilema antigo do cinema de horror, qual seja: o objetivo prioritário do gênero é mesmo causar medo, inspirar terror? Neste caso, se os efeitos de medo fossem obtidos às custas de coerência narrativa, sensibilidade estética e ética, sofisticação temática, qualidade técnica, o filme hipotético que cumprisse esta função precípua (causar choque/repugnância/medo) poderia continuar sendo considerado bem-sucedido, ainda que a obediência a uma diretriz básica fosse a sua única virtude?






